Submissão Voluntária: Um Dever de Honra e Sabedoria da Mulher Cristã
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- 15 de dez. de 2025
- 3 min de leitura

Se existe uma palavra que foi sequestrada e distorcida pela cultura moderna, essa palavra é "submissão". Para o mundo, ela soa como fraqueza ou humilhação. Para a mulher cristã, porém, ela deve soar como ordem, beleza e obediência a Deus.
No Manual do Casamento, nosso Estatuto (Item 2.2.1) trata a Submissão Voluntária com a seriedade teológica que ela exige. Não estamos falando de machismo cultural, mas de um princípio espiritual que estrutura a família.
Vamos alinhar nosso entendimento com o que a Bíblia realmente diz, corrigindo os erros tanto do feminismo quanto do autoritarismo.
1. Um Mandamento para Ela, Um Limite para Ele
A Bíblia é clara: "Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos..." (Colossenses 3:18). Isso significa que a submissão não é uma "sugestão" para quando o marido é perfeito, nem uma opção para quando a mulher "sente vontade". É um mandamento do Senhor. A mulher cristã é obrigada pela Palavra a assumir essa postura de honra e apoio à liderança do esposo.
Porém, aqui entra o conceito de "Voluntária": Embora seja um dever da mulher diante de Deus, o marido não possui o direito de forçar essa submissão. A submissão é uma postura de coração que brota do temor que a mulher tem a Deus. O marido não tem autoridade para coagir, humilhar ou exigir obediência à força. A liderança dele deve ser pelo amor, e a resposta dela deve ser pela consciência.
Ela se submete porque teme a Deus.
Ele lidera porque ama a Deus.
2. "Assim como ao Senhor": A Unidade da Obediência
Muitas mulheres perguntam: "Mas eu devo obedecer a Deus ou ao meu marido?". A Bíblia responde em Efésios 5:22: "Sujeitai-vos a vossos maridos, como ao Senhor".
O texto não coloca Deus e o marido em posições concorrentes, mas conecta as duas coisas. A forma como a mulher honra a Deus é honrando a estrutura que Deus criou (o marido). Existe uma igualdade de propósito aqui: o serviço ao marido é, em última instância, um ato de culto ao Senhor. Você não pode dizer que é submissa a Deus se vive em rebelião contra a autoridade que Ele colocou no seu lar.
"Mas e em situações difíceis ou de pecado?" É aqui que entra a Sabedoria, não a rebelião. A mulher sábia entende que seu chamado é honrar. Mesmo quando o marido falha ou toma direções duvidosas, a postura dela não deve ser de afronta, mas de sabedoria para não desonrar nem o marido e nem ao Senhor. Ela busca caminhos para contornar o mal, ora, aconselha com mansidão e se posiciona de forma a preservar a integridade da família e a santidade do lar. O objetivo nunca é "vencer" o marido, mas ganhar o marido para a vontade de Deus, mantendo o espírito de submissão.
3. A Nobreza da Função da Submissão Voluntária
Entenda, mulher: submissão não é sobre capacidade, é sobre função. Deus desenhou a família com uma liderança (cabeça) e um auxílio (corpo). Quando você abraça a Submissão Voluntária, você não está se diminuindo. Você está ocupando o seu posto de batalha.
É a escolha nobre de uma mulher forte que decide não competir, mas impulsionar.
É a inteligência de quem sabe que um lar com duas cabeças é uma monstruosidade, mas um lar ordenado é um reflexo do Céu.
A sua submissão é a maior proteção para o seu lar. Quando você ocupa o seu lugar de honra, você empodera seu marido a ocupar o lugar dele de responsabilidade. E, nessa harmonia, Deus é glorificado.
Você tem encarado a submissão como um fardo ou como uma forma de adorar a Deus através da sua família? Comente abaixo sua experiência.










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